Bem, eu tive a oportunidade e o prazer de entrevistar a ex Diva da WWE Maria Kanellis,confira a versão traduzida da entrevista a seguir:
Hoje entrevistaremos eleita pelos fãs Diva do ano em 2009, capa da Playboy de Abril de 2008 e que nessa terça lançará seu primeiro trabalho musical, o álbum chamado Seven Sins, falo agora com Maria Kanellis. Olá Maria como está?
Maria: Eu estou ótima e muito ocupada.
Maria, para começar falemos de seu novo álbum chamado Seven Sins, o que os fãs podem esperar desse trabalho?
Maria: “Seven Sins” sou eu. O lado imaginativo de mim, o lado sexy e o lado emocional.
Há algum cantor ou cantora em que você se inspirou particularmente na composição do álbum?
Maria: Eu penso que Gwen Stephanie e Pat Benatar foram fortes influências.
Há alguma musica, dentro do álbum, que você tem um carinho especial e qual é o motivo para esse carinho?
Maria: “Fantasy” é a minha primeira música, então, para mim é a que sempre vai estar mais perto do meu coração.
Você já havia recebido convites para posar nua antes de 2008?
Maria: Sim, mas em 2008 foi a primeira vez que eu estive pronta para estar na revista.
A sua saída da WWE foi surpreendente para os fãs, você considera que a sua carreira musical e sua participação no Celebrity Apprentice podem ter colaborado na sua demissão?
Maria: Acho que sim, eu estava mudando muito rapidamente e minha carreira também. A WWE estava pronta para me deixar experimentar novas coisas e eu estava pronta para experimentá-las.
Você planeja continuar atuando no pro-wrestling ou se focará apenas na sua carreira musical?
Maria: Estou focando na minha música, na minha atuação e na caridade.
Você pensa que a sua passagem pela WWE te dará mais visibilidade em qualquer coisa que você decidir fazer?
Maria: Sim, claro. Eu torço para que o WWE Universe fique comigo onde quer que eu vá. Eu amo os fãs da WWE e a paixão que eles trazem.
Qual a sua opinião sobre o uso das Divas e das Knockouts em suas respectivas companhias?
Maria: Eu não sei as particularidades das KO’s. As Divas estão no meio da troca de guarda do velho para o novo. Eu estou torcendo para que a equipe criativa da WWE comece a dar o suporte que elas merecem. Aquelas mulheres são muito fortes e maravilhosas.
Qual foi o momento mais especial durante a sua história na WWE?
Maria: Meu momento favorito na WWE foi quando venci o Slammy. Foi uma experiência modesta e maravilhosa.
Quem é o teu ídolo na história do pro-wrestling?E na música?
Maria: Meus ídolos no pro-wrestling seriam Trish e Lita. Na música o Rolling Stones, No Doubt, Cindy Lauper, Heart e muitos outros…
Obrigado pela entrevista e que você tenha sucesso onde estiver.
Créditos: Marcos Amaral (Pela tradução das perguntas para o inglês)
Para quem preferir a entrevista sem traduções e em inglês, cliquem AQUI
David “Jericho” Pereira – Olá a todos, sejam bem-vindos ao Highlight Reel! O meu convidado de hoje é dos mais conhecidos lutadores britânicos… ele é EL LIGERO! Sê bem-vindo! Qual é o teu nome verdadeiro e o que fazes da tua vida para além do pro wrestling?
El Ligero – Haha, boa tentativa na parte do nome, mas não vais ter sorte infelizmente. Em relação ao resto, se estás a falar no aspecto financeiro, o Wrestling é a minha fonte primária a nível de rendimento no momento. Em relação ao resto do tempo, não tenho muito livre, mas vou ao ginásio sempre que posso, ouço muita música, e socializo sempre que o tempo me permite, e ainda treino os meus alunos.
DJP – Quando e como te tornaste fã de wrestling?
EL – Em 1992. Tinha visto o main event do Wrestlemania 8, Hogan vs Justice, e instantaneamente, fiquei preso, e queria ver mais deste grandioso espectáculo.
DJP – Como entraste no mundo do pro wrestling?
EL – No inicio de 2001, eu e o meu primo encontrámos uma escola de wrestling em Sheffield, e queríamos tentar a nossa sorte. Então fomos até lá, e apesar de me sentir incrivelmente dorido no dia a seguir, de aprender as quedas e a fazer “lock-ups”, fiquei preso a isto, e sabia que era o que realmente queria fazer.
DJP – Onde te inspiraste para a gimmick de El Ligero? Foste inspirado por alguém em particular? A tua máscara tem algumas semelhanças, com as de Juventud Guerrera, Jushin Liger ou até o Psychosis. És um grande fã destes lutadores?
EL – Eu lutei os primeiros cinco combates da minha carreira sem máscara. Mas por causa do meu tamanho e da minha estrutura corporal na altura, eu era simplesmente mais uma cara na multidão, assim por dizer. Eu parecia alguém que estaria melhor a pagar bilhete.
Então o meu treinador da altura, sugeriu-me usar uma mascara. Procurando o desejo de me sobressair, eu concordei, e voei a partir daí. Os três lutadores que mencionaste, são muito talentosos, e são três dos que adoro ver.
DJP – De onde veio a tua alcunha “Mexican Dragon”?
EL – Haha, é um velho “nickname” que usava, em 2004, quando ainda estava a brincar com várias ideias.
DJP – Alguns fãs comparam a tua gimmick á do El Generico, sendo que ambos não são mexicanos, mas fazem o papel de mexicano. Como é que reages a esse tipo de críticas?
EL – Até onde posso estar consciente, o Keanu Reeves não tinha mesmo controlo da Matrix, nem o Michael J Fox viajou mesmo para o futuro. Wrestling pode usar esse mesmo argumento.
DJP – Para quem pouco sabe sobre ti, podes descrever-te como wrestler, o que podem esperar de ti no ringue? Que estilo de luta e golpes poderemos iremos assistir?
EL – Acho que a maioria das pessoas olhará para mim, e espera alguém, que simplesmente vá lá para fora, e faça umas coisas espectaculares, simplesmente pelas reacções.
Eu queria pensar que esses são os que JÁ ME VIRAM antes, mas sei que não é o caso. Eu normalmente tendo a fazer algumas coisas atléticas, mas a minha prioridade, é fazer um combate memorável, e diferente, de qualquer coisa que esteja no cartaz, e contar uma boa historia ao mesmo tempo. Eu, obviamente, luto dentro do estilo de Cruiserweight, mas gosto de contar uma história ao mesmo tempo.
DJP – Muitos de vocês (high-flyers) são acusados de abusar de muitos spots, e serem fracos a nível de psicologia. O que é que tens a dizer?
EL – Eu diria que alguns tipos, são realmente culpados dessa acusação, mas ao mesmo tempo, alguns dos melhores contadores de histórias no Reino Unido, são cruiserweights e high-flyers. Wrestling é obviamente, construído de vários níveis de habilidade, mas seria injusto, por todos os wrestlers mais pequenitos dentro do mesmo saco.
DJP – Lutaste com nomes como Nunzio, Ultimo Dragon, Doug Williams, e até aquele que já muitos estão a apontar como o melhor wrestler de hoje em dia, Davey Richards. Quem foi o melhor que já defrontaste?
EL – Eu recebo essa pergunta frequentemente, e é muito difícil apontar apenas uma pessoa. Existe um número incrível de talentos no Reino Unido, um grande número de pessoal que realmente gosto de trabalhar com eles, e eu também tenho tido a sorte de poder trabalhar, com alguns talentos internacionais. Honestamente, não posso mesmo dizer só uma pessoa.
DJP – Para aqueles que querem aprender mais sobre ti, podes apontar alguns dos teus melhores combates, que possam estar disponíveis na Internet?
EL – Infelizmente, as minhas melhores coisas estão apenas em DVD. Não no Youtube e no Dailymotion. Mas os dois combates que mais me deixaram orgulhoso, que podem ser encontrados online, sou eu contra o El Generico, no 1PW First Anniversary Show, e eu contra Johny Moss, da IPW: UK When Thunder Strikes.
DJP – Ainda és muito novo. A tua prioridade é chegar a alguma companhia Americana?
EL – Bem, eu já lutei na America antes, para a NWA Wildside, e para uma companhia pequena chamada BWA. Mas em relação às companhias maiores, tenho estado em contacto com a Ring of Honor, e com a CHIKARA e PWG, por isso terei de ver se isso acontecerá e se estarei lá no futuro. Em relação á TNA, eles já receberam no passado, um DVD meu, para uma tentativa, por isso, vamos fazer figas, e ver o que acontece.
DJP – Normalmente os lutadores têm os seus ídolos no Wrestling, e alguém que desejavam seguir as pisadas. Quais são os teus?
EL – Não diria que tenho ídolos, mas certamente tenho inspirações. Randy Savage e Mick Foley, eram os meus dois favoritos quando era mais novo, mas hoje em dia, diria Shawn Michaels e Eddie Guerrero.
DJP – Se pudesses escolher um lutador, em todo o mundo, para um combate contigo, quem seria?
EL – Shawn Michaels. Na minha opinião, é o melhor de sempre. Tem uma soberba capacidade para contar uma historia no ringue, óptimo “selling”, e um homem que conseguiu alterar a sua personagem, adaptando-a á sua idade e aspecto visual, e é o lutador mais consistente que alguma vez vi.
DJP – O que podemos esperar da 1PW no futuro imediato? Quantos eventos estão marcados? Quantos eventos estão a ser planeados de momento?
EL – Eu acho que estás sob a impressão, que ainda sou dono da 1PW. Não tem sido o caso há já um bom tempo. Na verdade, apenas fui booker por quatro shows deles, e fui um dos donos (com uma equipa de outros elementos) por três desses shows. Por isso no que toca ao futuro, terás de perguntar á gerência, eu só luto para eles.
DJP – Todas as companhias têm wrestlers que não concordam com algumas politicas da companhia. Há alguma coisa que discordes na direcção da 1PW?
EL – Eu acho que o problema, no que toca á direcção, é que a quantidade de mudanças de gerência, na sua curta história de pouco mais do que quatro anos, tem tido MUITAS direcções diferentes. Quando a gerência/comissão de booking, muda de mãos tão frequentemente, é complicado ter um grande momento a nosso favor, e isso pode afectar negativamente o produto visto que todos têm visões diferentes.
DJP – Quem achas que na 1PW está mais preparado para dar o salto para as grandes companhias americanas?
EL – A 1PW usa muito talento que as outras federações usam no Reino Unido, por isso não posso responder especificamente da 1PW. Em relação aos Heavyweights teria de escolher o Dave Mastiff e o Johnny Moss, visto que têm o aspecto visual, e talento para ir longe, mas em relação aos mais pequenos, não existem muitos talentos no Reino Unido, mais divertidos do que o Rockstar Spud de momento.
DJP – Tu trabalhaste em muitos sítios do Reino Unido. Quais as maiores diferenças de uma companhia e balneário, de algo como a 1PW, e uma companhia como a IPW UK, ou a SAS?
EL – Não existe grande diferença, tirando os “importados”. A IPW UK importa também lutadores, a SAS já não trabalha de momento, e a 1PW, não está exactamente á mesma escala que estava há dois anos atrás, por isso diria que os balneários, estão muito equilibrados.
DJP – Qual a tua opinião em relação ao estado do Wrestling no mercado Inglês? Alguns fãs concordam que é um dos mercados mais fortes em termos de pro Wrestling em todo o mundo, e com grandes talentos aí.
EL – Concordo plenamente. Alguns dos melhores talentos aqui são muito bons, e até os punha directamente contra alguns dos melhores talentos dos EUA. A cena Britânica, tem tido os seus altos e baixos claro, mas com coisas como a BWC a dar os seus frutos, e o regresso da FWA e o seu incrível produto, a All-Star Wrestling ainda incrivelmente forte, existe MUITO para ser positivo sobre o mercado Inglês. Eu genuinamente acredito que o nível de talento neste momento, é o melhor que tem havido em muitos anos.
DJP – Achas que os wrestlers britânicos que têm passado pelas grandes companhias americanas têm sido bem aproveitados?
EL – Drew McIntyre – Actual Campeão Intercontinental na WWE. British Invasion – Campeões de Tag Team na TNA. Por isso sim!
DJP – Consegues viver apenas do pro wrestling?
EL – Se tens talento, e consegues apelar ás massas, diria que sim, por isso sim!
DJP – O que é que conheces do Wrestling Português?
EL – Pelos “clips” que vejo no Youtube, parece ser um mercado que consegue boas audiências, a produção parece muito boa, e os rosters parecem ser de extrema boa qualidade.
DJP – Já existiram contactos entre ti e Portugal?
EL – Sim, já existiram. Talvez algo aconteça em 2010.
DJP – No ano passado, a lenda Japonesa do Wrestling, Mitsuharu Misawa, faleceu de forma trágica. Qual a tua opinião sobre o que sucedeu, e sobre o wrestler?
EL – Eu apenas tive chance de me cruzar com o Misawa umas poucas vezes. Eu lutei na Pro Wrestling NOAH, na European Navigation.
Antes de mais, conhecê-lo, é intimidante, e surreal como experiencia, porque o homem, tem uma incrível presença ao seu redor. Ele viu o meu combate naquela noite, num muito bem recebido, 6-man tag team match, e isso foi uma honra massiva!
Foi uma grande perda para o Wrestling quando ele morreu, visto ser tão influente, e foi uma grande honra para mim ter conhecido e impressionado tão lendária figura.
DJP – Qual a tua opinião sobre o momento da TNA, e WWE, e o que vês acontecer no futuro para ambas as companhias?
EL – Acho que a adição de Bischoff e Hogan á TNA, pode trazer coisas muito interessantes para o business, e os fãs de wrestling deveriam desfrutar da viagem! Eu consigo encontrar positivos e negativos em ambas as companhias, mas na minha opinião, a WWE é o sítio para estar devido ao drama e ao espectáculo. Contudo, o crescimento da TNA, só pode ser positivo.
DJP – Associação de palavras
1PW: Turbulento IPW UK: Consistente Katie Lea Burchill: Maravilhosa William Regal: Vida incrivelmente interessante Robbie Brookside: Falador Alex Shane: Incrivelmente inteligente Johnny Saint: Merece muito respeito Spud: Incomodativo Bubblegum: Melhor “underdog” que alguma vez vi no Reino Unido Rick Peters: Grande Sorriso Daniel Edler: Poker Face Martin Stone: Lariats Johny Moss: MASSIVO! PAC: Melhor atleta que já vi Ashe: Aleatório World Stars of Wrestling: Esperançoso para 2010 Axel: Vê acima haha Portuguese Wrestling: De novo, esperançoso para 2010 WWE: A melhor TNA: Underdog sobrevivente ROH: Única PWG: Em competição com a CHIKARA para grandes nomes de espectáculos
DJP – E ficamos por aqui, foi um prazer poder-te entrevistar, muito obrigado pela paciência e desejo-te as maiores felicidades.
Créditos a WrestleRavel pela tradução das perguntas para inglês e das respostas para português
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